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Um jardim vivo na Casa-Museu Jaime Umbelino, onde natureza, arte, ciência, memória e comunidade se encontram através dos cinco sentidos e de um sexto sentido: a pertença.

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Gloriosa

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De flores marcantes, com pétalas recurvadas em tons de vermelho, laranja e amarelo, a gloriosa distingue-se pela forma expressiva e pela aparência quase escultural. É uma presença que convida à observação dos detalhes e da diversidade das formas vegetais.

JARDIM DOS SEIS SENTIDOS

O Jardim dos Seis Sentidos é um espaço vivo onde a natureza, a arte, a fotografia, o conhecimento e a comunidade se encontram. Integrado na Casa-Museu Jaime Umbelino, convida a descobrir a diversidade do jardim, a observar os seus ciclos e a reconhecer as relações entre os seres vivos e o território.

Para além dos cinco sentidos, este jardim propõe um sexto sentido: a pertença. Sentir que fazemos parte de um lugar, que o podemos conhecer, cuidar e transformar com responsabilidade. Cada planta, cada percurso e cada descoberta contribuem para uma relação mais próxima com a natureza e com a comunidade.

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Onde a natureza encontra a arte

Um jardim para conhecer, sentir e criar

O Jardim  dos Seis Sentidos nasce na Casa-Museu Jaime Umbelino, na Foz do Arelho, a partir do jardim existente. Mais do que criar um jardim botânico convencional, o projecto procura revelar a diversidade botânica, a memória e a relação deste lugar com o território. É simultaneamente espaço botânico, artístico, científico, educativo, de investigação, conservação, memória e encontro comunitário.​

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O Jardim dos Artistas dos Seis Sentidos é um projecto vivo. A sua preservação depende do conhecimento, do cuidado e da participação de todos.

Um Museu vivo Natureza em transformação

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habitantes do jardim

O jardim é também um lugar de vida. Entre as pedras, as plantas, os recantos e os caminhos, vivem ou passam pequenos animais que fazem parte do equilíbrio deste espaço.Lagartos, insectos, abelhas e outros visitantes encontram aqui abrigo, alimento e condições para desenvolver os seus ciclos de vida. Muitas vezes discretos, estes habitantes revelam-nos uma dimensão do jardim que só descobrimos quando paramos para observar.Conhecer a fauna do Jardim dos Artistas dos Seis Sentidos é aprender a olhar com mais atenção, reconhecer as relações entre os seres vivos e compreender que também fazemos parte da natureza que nos rodeia.

Pequenos visitantes, grandes contributosAs abelhas e outros insectos polinizadores visitam as flores em busca de néctar e pólen. Ao transportarem pólen entre flores, contribuem para a reprodução de muitas plantas e para a continuidade da vida no jardim.Observar estes visitantes permite descobrir como as plantas e os animais dependem uns dos outros e como até os seres mais pequenos desempenham funções importantes nos ecossistemas.

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Osga-comum

Tarentola mauritanica

Entre as pedras e as pequenas fendas dos muros, a osga encontra abrigo e locais de repouso. Mais activa durante a noite, alimenta-se sobretudo de insectos e outros pequenos invertebrados, contribuindo para o equilíbrio do ecossistema do jardim. Discreta e bem adaptada aos ambientes construídos, é uma presença que nos recorda como a vida selvagem encontra espaço mesmo nos recantos mais inesperados.

A VIDA DO JARDIM

Pequenos habitantes, grandes histórias

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O lagarto

Entre pedras e raios de sol

Os lagartos encontram nas pedras e nos muros locais para se aquecer, procurar alimento e refugiar-se. Ágeis e discretos, são parte da vida quotidiana do jardim e ajudam-nos a descobrir a diversidade de animais que partilham este espaço.

Observar um lagarto é um convite à paciência: muitas vezes, basta permanecer em silêncio para o vermos regressar ao seu lugar.

Identificação da espécie a confirmar a partir de uma fotografia mais detalhada.

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PATRIMÓNIO, ARTE E MEMÓRIA

OLIVEIRA SAGRADA

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A Oliveira Sagrada foi a primeira árvore plantada no Jardim dos Artistas dos Seis Sentidos e tornou-se um dos símbolos do projecto. A sua plantação assinalou o início de um novo percurso de ligação entre natureza, cultura, território e comunidade.

A sua história está também ligada à parceria com o Clube UNESCO Lourical do Campo, com quem partilhamos a valorização da oliveira enquanto símbolo de paz, memória, território e conhecimento. Em Foz do Arelho, esta árvore representa assim uma ligação entre pessoas e lugares, entre património e futuro, e entre diferentes comunidades que acreditam na cultura como forma de criar pertença.

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ACERVO · CASA-MUSEU JAIME UMBELINO

EUCALIPTO VERMELHO Corymbia ficifolia Myrtaceae

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O Eucalipto Vermelho é uma das árvores de maior destaque do Jardim dos Artistas dos Seis Sentidos. Originário do sudoeste da Austrália, é uma espécie pouco comum em Portugal e particularmente reconhecida pela espectacular floração vermelha que cobre a árvore durante o verão. cm-feira.ptA sua presença no jardim é também uma oportunidade para conhecer a diversidade botânica que existe entre nós e para valorizar espécies menos comuns, descobrindo a sua história, as suas características e a forma como se relacionam com o lugar onde hoje crescem.

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Já descobriu quem vive no jardim?

Cada visita pode revelar uma nova presença. Observe os recantos, escute os sons e descubra os pequenos habitantes que partilham este espaço connosco.No futuro, esta secção poderá receber fotografias de observações, datas, identificação das espécies e contributos dos visitantes.

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Casa-Museu Jaime Umbelino · CEF

Morada
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